EU!?

sexta-feira, 4 de março de 2011


Nas diversas fases da vida, percebi que venho me construindo, deixei de acreditar no que acreditava e passei acreditar em outras coisas...Pensava que o meu maior medo era o escuro, mas percebi que este nada mim fazia...logo descobri, um novo medo, o de poder destruir com os sonhos, as expectativas, logo, a vida em si, de alguem...Pois aparti do momento em que alguem passa a conviver com você ela nunca vai ser a mesma, ela vai ser influenciada e vc será influenciado... somos seres estranhos, pois, se temos pouco queremos muito, e se temos o muito queremos mais ainda, e se temos o bastante/o exagerado/ o demasiado, anelamos o pouco para ver se conseguimos ser feliz/viver sem o nímio...
O filósofo ateu existencialista Sartre diz: "você é o que vocè faz de você mesmo"... logo, vc não é carinhoso ou bruto, passivo ou ativo, santo ou pecador... vc é um ser que está si fazendo/construindo... A sua essencia não é concreta mas oscilante...a existência precede a essência...

Quando eu me pergunto quem sou eu, sou o que pergunta ou o que não sabe a resposta?

Eu sou aquilo que faço, que penso...Não sou o mesmo de ontem, acho que sei quem sou hoje, mas sei que não serei o mesmo amanhã, sendo assim, não sou mais o mesmo que começou o texto...


RQT
(Rafael de Queiroz Torres)

Eclesiastes 7:3

quarta-feira, 24 de novembro de 2010


Melhor é a mágoa do que o riso, porque a tristeza do rosto torna melhor o coração...
A magoa ou a frustração nos remete a momentos de reflexão(a palavra reflexão vem do verbo latino “reflectere”, que significa “voltar atrás”), onde pensamos melhor a respeito da vida, onde reavemos as nossas ações, onde percebemos que existe o perdão...e ai se faz o coração...
Quando nos frustramos com alguém/algo paramos para refletir o que fizemos/fazemos, descobrimos que existe o perdão, com o riso no rosto estas coisas parece não existir...
Amor?
O que ganhamos com ele?
Amar é buscar perceber e não buscar ser percebido, é tentar completar e não buscar ser completo, é tentar resgatar no outro a capacidade do outro ser melhor, melhor como gente como pessoa... "que o sorriso do meu rosto venha enxugar as lagrimas do outro(Reuel Albuquerque)"... Senão... Pra que serve um sorriso no rosto se quando olho para o meu lado tem alguém em prantos?
Amor é um sentimento a ser aprendido, é tensão e satisfação, desejo e hostilidade, alegria e sofrimento...

uma Retórica escrita

sexta-feira, 8 de outubro de 2010


Os diversos olhares me espantam causando em mim uma perda de fluido liquido (suor), onde me sinto desajeitado e desarrumado, mesmo que tenha conteúdo, transpareço ser um leigo e preguiçoso em relação a leitura, sinto-me acanhado e desarranjado, como se o que falasse estivesse em outro idioma, totalmente novo, em que somente minha mente fosse capaz de decodificar. Sartre diz que quando falamos, falamos em um idioma em que todos entendem, porém quando escrevemos, escrevemos em um idioma diferente. Contudo, comigo ocorre o oposto, quando estou falando, falo em um idioma estranho a todos, porém quando escrevo, este codifico em uma linguagem em que todos fluentemente decodificam. Quando vejo as palavras em minha frente sendo originado a partir do movimento da minha mão e dos meus dedos, me sinto seguro, coerente, um jovem que tem certo conhecimento formado e que tem uma quantidade considerável de conteúdo, o papel, ou a pagina do Word/bloco de notas, olham pra mim, e me sinto preparado,com isso desenvolvo, e no momento em que escrevo, e leio revendo o que fiz, é como se não fosse eu que tivesse escrito!




RQT--

Uma subjetiva perícope para um egoísmo concreto!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010



Somos estranhos, nunca estamos contentes com o que contemos, se temos pouco queremos o mais, se temos o mais anelamos mais ainda, e se possuímos o muito, desejamos o pouco para ver se conseguimos viver sem o muito... Geralmente ansiamos por aquilo que não vai nos trazer trabalho, se escolhemos alguém para estar conosco, selecionamos numa perspectiva que vá nos trazer gozo, e não aceitamos o individuo do jeito que ELE É, mas queremos que ELE SEJA AQUILO QUE QUEREMOS que ele seja... Logo, não amamos a pessoa, mas aquilo que agente quer que a pessoa seja... Dizemos que somos diferentes e queremos respeito, porém não respeitamos o diferente do outro...

*Todas as pessoas, cada uma delas, são malignas, e para fazer elas acreditarem que são boas, elas precisam se convencer de que outro alguém é mais maligno que elas...



Rafael Q. T


(*bleach Ep. 290)

A melhor religião!?

domingo, 15 de agosto de 2010


Neste mundo contemporâneo, pós-moderno, ou seja lá como vocês queiram intitular este período presente, onde a religião, um sistema antigo( como dizem alguns), até hoje tem si mantida firme, apesar dos intensos ataques céticos... As religiões têm sempre tentando uma auto-singularidade, pregando sua absolutilidade, desfazendo das outras ao ponto de demonizar as outras, e se esquecem que a religião nasce a partir de uma necessidade vital de um povo. Não que todas as religiões são absolutas, pelo contrario, são modificadas, transformadas e ressignificadas no decorrer da historia, ou seja, são limitadas a seu período. Além do mais que todas tem o seu lado vergonhoso. Ela é algo originado pelo próprio homem.
Uma perícope do dialogo do Teólogo Brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama, aborda um pouco o que realmente faz uma melhor religião...

“Leonardo Boff explica:
"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos,na qual ambos participávamos,eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico,lhe perguntei em meu inglês capenga:-
"Santidade, qual é a melhor religião?
"Esperava que ele dissesse:"É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."
O Dalai Lama fez uma pequena pausa,deu um sorriso, me olhou bem nos olhos- o que me desconcertou um pouco,por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus.É aquela que te faz melhor.
"Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta,voltei a perguntar:-
"O que me faz melhor?"Respondeu ele:-
"Aquilo que te faz mais compassivo(e aí senti a ressonância tibetana, budista,taoísta de sua resposta),aquilo que te faz mais sensível,mais desapegado,mais amoroso,mais humanitário,mais responsável...A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião...
"Calei, maravilhado,e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável"

A melhor religião, não é aquela que provoca no ser uma soberba fazendo-o olhar para as outras como inferiores... Mas é aquela que nos incita a ficar mais humanos, mais amoroso como disse Dalai lama...









Rafael QT

Mulher...

terça-feira, 6 de julho de 2010


O escritor americano Walter Trobisch narrou em seu livro “Amor: Um Sentimento a Ser Aprendido”, uma lenda indiana sobre a criação do homem e da mulher. Diz ele que o criador ao criar o homem, usou todos os elementos sólidos da natureza e, ao fazer a mulher, percebe que não havia mais nenhum elemento sólido, concreto, disponível. Então, resolve o criador tomar o farfalhar da grama, a doçura do mel, o canto do rouxinol, a astucia de uma serpente, prudência de uma pomba, a crueldade de uma tigresa, a tagarelice de um papagaio e cria a mulher.
“Após uma semana, o homem voltou e disse: - Senhor, a criatura que você me deu faz a minha vida infeliz. Ela fala sem cessar e me atormenta de tal maneira que nem tenho tempo para descansar. Ela insiste em que lhe dê atenção o dia inteiro… e assim as minhas horas são desperdiçadas. Ela chora por qualquer motivo e fica facilmente emburrada e, às vezes, muito tempo ociosa. Vim devolvê-la porque não posso viver com ela.
Depois de uma semana o homem voltou ao Criador e disse: - Senhor, minha vida é tão vazia desde que eu trouxe aquela criatura de volta! Eu sempre penso nela, em como ela dançava cantava, como era graciosa, como me olhava, como conversava e comigo e como se achegava a mim. Ela era agradável de ver e de acariciar. Eu gostava de ouvi-la rir. Por favor, me dê ela de volta. - Está bem, disse o Criador. E a devolveu.
Mas, três dias depois, o homem voltou e disse: - Senhor, eu não sei. Eu não consigo explicar, mas depois de toda esta minha experiência com esta criatura, cheguei à conclusão que ela me causa mais problemas do que prazer. Peço-lhe, tomá-la de novo! Não consigo viver com ela! O Criador respondeu: - Mas também não sabe viver sem ela. E virou as costas para o homem e continuou seu trabalho. O homem desesperado disse: Como é que eu vou fazer? Não consigo viver com ela e não consigo viver sem ela. E arremata o Criador: - Achei que, com as tentativas, você já tivesse descoberto. Amor é um sentimento a ser aprendido. É tensão e satisfação. É desejo e hostilidade. É alegria e dor. Um não existe sem o outro. A felicidade é apenas uma parte integrante do amor. Isto é o que deve ser aprendido. O sofrimento também pertence ao amor. Este é o grande mistério do amor. A sua própria beleza e o seu próprio fardo. Em todo o esforço que se realiza para o aprendizado do amor é preciso considerar sempre a doação e o sacrifício ao lado da satisfação e da alegria. A pessoa terá sempre que abdicar de alguma coisa para possuir ou ganhar outra coisa.
Terá que desembolsar algo para obter um bem maior e melhor para sua felicidade. É como plantar uma árvore frente a uma janela… Ganha sombra, mas perde uma parte da paisagem. Troca o silêncio pelo gorjeio da passarada ao amanhecer. É preciso considerar tudo isto quando nos dispomos a enfrentar o aprendizado do AMOR.
É assim… não sabemos viver com elas, mais definitivamente, não sabemos viver sem elas. Somos dependentes do sexo frágil. Eis a antítese, nossa maior fraqueza é a nossa maior força.
“Me diz, Deus, o que é que eu faço agora?
Se me olhando desse jeito ela me tem na mão
“Meu filho, agüenta.
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?”
Complicada e perfeitinha,
Você me apareceu.
Era tudo que eu queria,
Estrela da sorte.” (Mulher de Fases - Raimundos
Composição: Rodolfo / Digão / Fred / Canisso)
Nossas mulheres estão crescendo. Da luta ao direito do voto a presidente de nações. Os três mais importantes países da América do Sul; dois são governados por mulheres, Argentina e Chile, e o Brasil, ao que tudo indica será, e o país mais importante da Europa, Alemanha, também é governado por uma mulher.
“Dizem que a mulher
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas…” (Mulher -Composição: Erasmo Carlos - Narinha)
Mulheres de Atenas, brasileiras, marcianas, americanas. Brancas, negras, pardas, amarelas. Altas, baixas, medianas. Magras, gordas, tricanas. Falantes, quietas, dissonantes. Amadas, amáveis, tratáveis. Polares, bipolares, tripolares. Minha, sua, nossa. Mães, filhas, netas, bisnetas. Avós, bisavós, tataravós. Charmosas, elegantes, chiques, bregas, cegas. Do norte, do sul, do leste, do oeste. Mulheres que amamos!
Pra descrever uma mulher
Não é do jeito que quiser
Primeiro tem que ser sensível
Se não, é impossível
Quem ver, por fora, não vai ver
Por dentro o que ela é
É um risco tentar resumir
Mulher…(Mulher - Elba Ramalho)
A mulher, como a língua portuguesa, não pode ser simplifica nem bestializada…é pessoa complexa.
Mulher, mulher, mulher
A mulher é a mulher
Melhor que uma mulher
Só dez mulher
Só dez mulher
Melhor que dez mulher
Só mil mulher
Só mil mulher

Uma mulher, duas mulher,
Três mulher, quatro mulher
Cinco mulher, seis mulher
Sete mulher, oito mulher
Nove mulher, dez mulher (Mulher, Mulher, Mulher -Neguinho da Beija Flor e Murilo Rayol)
O amor é uma escolha e uma ação. Escolha amar. Faça por amar. Amemos nossas mulheres! Nós não vivemos sem elas.
I si o mundo revirá
Nóis agarra no barranco
I si o carro enguiçá
Nóis arranca ele no tranco
Si o dinheiro acabar
Nóis levanta mais no banco
Mais só não pode é acabar com as muié
Nóis não vive sem muié
Nois é doido por muié (Nois Não Vive Sem Muié - Gilberto e Gilmar)

O mandamento é viver bem

quarta-feira, 19 de maio de 2010


Desde os primórdios da humanidade, os homens vêm buscado métodos os quais os tornem “especiais” ou “melhores” para terem um relacionamento com Deus. Alguns adotaram a idéia de se separarem da sociedade para não se corromperem, pois a sua compreensão é de que se separando ou isolando-se obteriam um relacionamento com o Divino. Outros buscaram e buscam ver a vida hoje como algo sem valor, pois esta é passageira e o que importa é cuidar do espírito para a vida após a morte.
Nietzsche preconiza a vida, do contrário dos cristãos contemporâneos seus que a desvalorizam colocando a sua expectativa na vida após a morte, e titulando algumas atitudes naturais como pecado ou tributária do diabo, ou seja, eles classificaram a vida em dicotomias; ou é de Deus ou do diabo, ou bom ou ruim, excluindo todas as possibilidades de que na vida não se tem uma(s) opção(ões) natural, exemplo disso é o individuo tomar banho de praia, é de Deus ou do diabo? Alguns cristãos classificam do diabo, pois se tem o prazer no ato. Jesus Cristo executou aqui na terra o modo de como se ter um relacionamento com Deus, ELE mostrou que para se ter um relacionamento com o Divino não precisa ser “divino” ou se sentir melhor que o outro, porém bastando ser um ser humano, executando o fruto do espírito que não é nada “transcendental” para o alcance humano. Não discordo de ovacionar a vida pós a morte, do contrario devemos viver na expectativa, porém não desvalorizando a vida aqui na terra e sim ter a consciência de que a vida em cristo ou com cristo começa aqui, contudo é preciso entender que esta vida não e só da dicotomia, mas também do “entre”, ou seja, se existe o desejo de comer melancia não precisa classificar se é algo bom ou ruim, se é de Deus ou não, pois existe a naturalidade da vida. Cristo chamou a todos para ser seres humanos, pois o mundo estava perdeu a sua identidade, e estavam num processo de desumanização ou estavam querendo ser divinos ou anjos, contudo se observarmos a vida com Cristo, esta se resume em amar. Observando o fruto do espírito que está escrito em gálatas 5:22, dependendo totalmente de Deus, e sendo ELE que nos capacita.
O mandamento é viver bem.


Rafael de Q. Torres...

Mentira..

sábado, 8 de maio de 2010

Era mais de meia noite, minha cabeça estava pesada com os vários pensamentos que vinham sobre o que vinha estudado e lido durante a semana... Para “distrair”(ou para mim deixar mais doido) comecei a ler Nietzsche. No decorrer da leitura diante de linguagens escabrosas e expressões nimiamente complexas algo chama a minha atenção e faz com que minha capacidade de interpretar decida estacionar naquela colocação “verdadeira” e clara de Nietzsche... Quem tem razões de sair da realidade pela mentira? Aquele que sofre da realidade. Mas sofrer da realidade quer dizer ser uma realidade que fracassou.

Quando mentimos é para esconder de algo que vai nos fazer mal de alguma maneira ou para privarmos alguém próximo de algo que o faça mal também.
“A boa-fé é uma virtude, é claro, o que a mentira não poderia ser. Mas isto não quer dizer que toda mentira seja condenável nem, a fortiori, que devamos sempre nos proibir de mentir. Nenhuma mentira é livre, por certo, mas quem pode ser sempre livre? E como o seríamos, diante dos maus, dos ignorantes, dos fanáticos, quando eles são os mais fortes, quando a sinceridade para com eles seria cúmplice ou suicida? Caute... A mentira nunca é uma virtude, mas a tolice também não, mas o suicídio também não. Simplesmente, às vezes é preciso se contentar com o mal menor.” (Comte-Sponville, 1995, pp.120-1, o grifo é nosso).
Suponhamos que você escondeu um judeu perseguido pela Gestapo no sótão da sua casa. Suponhamos que três agentes da polícia de Hitler batem na sua porta e perguntam: “O senhor por acaso viu, seu vizinho, um judeu chamado Jakob Rosenthal ?” Como bom kantiano e para manter a coerência em relação aos princípios éticos do mestre, você teria que dizer: “Não só o vi como também o escondi no sótão”. Com isto você estaria ferindo gravemente a Ética e também o próprio pé em que você deu um tiro (pois esconder judeus era crime grave na Alemanha nacional-socialista). E tudo isto só para não mentir para reles nazistas! “Morrer, se preciso for, mentir nunca!” Kant...

A mentira neste mundo pós-moderno adota o conceito kantiano, porém no decorrer da historia existem vários víeis... mas como Nietzsche e Comte-Sponville coloca, entendo que independente se ela gera conseqüência ou não ficamos presos a algo, ou seja, de alguma maneira ou outra nos desassociamos da realidade...



Rafael Q.T.

Poderio, poder, poderoso...

domingo, 11 de abril de 2010


Atos miraculosos, ações extraordinárias tem sido os desejos mais ambicioso de todo ser humano. A ambição pelo poder, pela força tem refutado de nós a percepção de como as coisas simples é transcendental.
Anelamos o poder na intenção de mudarmos uma situação num piscar de olhos para não termos o incomodo de nos desgastar tomando atitudes que vão nos fazer sacrificar ou sangrar. Para que também sejamos o centro das atenções e para que nós sejamos percebidos. Para num momento desgraçado revertemos o quadro. Queremos poder. Poder miraculoso, extraordinário, impressionante, incomparável, sobrenatural...
A compreensão de que poderoso é aquele que detém um poder mais elevado de que qualquer outro ser.
Poderoso é aquele que tem o controle do seu próprio poder, e não é dominado por ele. Todo poderoso (filme com Jim Carey), expõe bem o poder sobrenatural nas mãos de um homem, do qual no fim das contas não consegue controla-lo... é definido que esse homem é poderoso... Porém não é...
Milagre é um jovem renunciar as drogas para buscar o estudo... Milagre é perdoar quem nos machucou... Poder é amar os outros como nós nos amamos... Poder é ajudar o haiti...o chile... o Rio de Janeiro...
Ser poderoso é reconhecer que você é o próprio milagre simples e transcendente...
"Examinai tudo. Retende o que é bom.”
- I Tessalonicenses, 5:21 -

O Senhor e Rei eterno
 

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